Após repercussão sobre desvios de voos envolvendo o Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, o diretor executivo Eglon Buraseska falou em entrevista à Rádio Cidade de Tubarão que a situação não representa falha estrutural do terminal.
Segundo ele, muitos questionamentos surgiram relacionados aos equipamentos de sinalização e apoio às operações de pouso, mas explicou que diversos processos ainda dependem de homologações e liberações dos órgãos reguladores da aviação civil.
“O que existe é um processo técnico. Não basta apenas instalar equipamentos; é necessário autorização, homologação e aprovação dos órgãos competentes”, afirmou.
Burasesca ressaltou ainda que a proximidade com os aeroportos de Florianópolis e Porto Alegre minimiza impactos aos passageiros em situações de contingência operacional.
O executivo comparou a realidade atual com sua experiência anterior à frente do aeroporto de Chapecó, onde, segundo ele, as alternativas mais próximas em caso de problemas ficavam a cerca de 600 quilômetros de distância.
“Em Jaguaruna temos aeroportos irmãos próximos, e isso reduz bastante o impacto para o passageiro”, destacou.
A direção do aeroporto também reforçou que os investimentos previstos fazem parte de um planejamento de longo prazo e que as melhorias ocorrerão gradualmente ao longo da concessão.